Alguns Lembretes

•05/10/2009 • Deixe um comentário

Bom Dia Senhores Delegados,

Estamos a 5 dias do Mini-Onu e espero que todos vocês tenham pesquisado ao máximo sobre o tema e principalmente tenham lido o Guia de Estudos. Se isso não tiver acontecido ainda dá para recuperar o tempo perdido.
Como esse será o meu “último” post, vou lembrar de algumas questões que julgo importante que os senhores saibam:
Primeiro: Não se esqueçam de entregar o DPO no terceiro dia do evento (11/10) na hora da revisão de regras. Qualquer dúvida sobre essa questão é so olhar os posts antigos.
Segundo: Não se esqueçam que a OMI é um orgão que pode fazer apenas recomendações, por isso na hora em que os senhores forem propor algo relacionado ao tema, reflitam se isso posteriormente irá se enquadar em uma proposta de Resolução.
Terceiro: Como eu disse no Guia a melhor maneira de entender a Pirataria e sua solução é analisar caso a caso. Ou seja, cada tipo de Pirataria e principalmente cada local em que ela ocorre demanda um tipo diferente de medida a ser adotada.

Acho que por enquanto é só isso, se lembrar de mais alguma coisa postarei aqui.

Abraço a todos e Sejam Muito Bem Vindos ao 10º Mini-Onu

Vídeo Interessante

•14/09/2009 • Deixe um comentário

Boa Tarde Senhores Delegados,

 Abaixo se encontra o link de uma reportagem feita pela JP online no ano passado, discutindo alguns pontos sobre a Pirataria Marítima.

http://mais.uol.com.br/view/85r7d735pwrw/piratas-na-somalia-04023370D0A16346?types=A&

Mais uma vez o assunto se concentra no caso da Somália em virtude do aumento dos ataques naquela região, mas alguns pontos como o aumento do preço dos seguros marítimos podem ser derivados para outras situações.

Basicamente a reportagem levanta algumas questões que já foram discutidas no Guia de Estudos e por isso serve apenas como mais um lembrete da situação. 

Att,

Leandro Rapini

Teoria sobre a Pirataria na Somália

•31/08/2009 • 2 Comentários

Bom Dia Senhores Delegados,

Gostaria de compartilhar com vocês uma idéia interessante sobre o que está acontecendo na Somália. Como esse país é um dos que sofre mais recentemente com a Pirataria é natural que as notícias mais atuais se refiram a esse Estado.

Por isso não deixem de ler a seguinte reflexão feita pelo Blog pé na Africa sobre uma notícia publicada no Jornal “The Independent” do Reino Unido.

http://penaafrica.folha.blog.uol.com.br/arch2009-07-26_2009-08-01.html

Publicado no dia 29/07/09 o autor do blog conjuntamento com a análise da notícia procura inverter a lógica da Pirataria, onde em vez da Somália estar agredindo a Sociedade Internacional, na verdade ela que é agredida primeiro. Uma idéia interessante que pode ser de bom uso para se pensar em medidas de combate da Pirataria não só nos arredores da Somália como também em outros lugares do mundo.

Por hoje é só… Espero que a notícia seja de bom uso…

Att,

Leandro Rapini

Documentos de Posição Oficial

•21/08/2009 • Deixe um comentário

Como a mesa diretora recebeu alguns emails sobre como se fazer o Documento de Posição Oficial. Segue abaixo a reprodução de dois posts feitos pelo Secretário-Geral (Gabriel Pimenta) a cerca do assunto, esclarecendo algumas dúvidas e indicando a melhor maneira de fazer o DPO.

 

Parte I

“Caros,

antes de mais nada, peço desculpas pelo longo tempo sem atualizações. Uma série de eventos de Relações Internacionais realizados Brasil afora deixaram o editor desta página ocupado no último mês, mas devemos voltar agora à nossa programação normal.

Recebemos alguns comentários questionando sobre como fazer um Documento de Posição Oficial, ou DPO para os mais íntimos. Portanto, seguem algumas considerações sobre a confecção deste objeto de tanta controvérsia no mundo modeleiro.

Antes de tudo, destrinchemos o nome. Um Documento de Posição Oficial é algo impresso, emitido pelo estado representado, e que contém as diretrizes adotadas pelo país quanto ao tema abordado. Logo, se a República de Hatay vai à UNESCO discutir sobre bens culturais intangíveis, o DPO entregue pelo delegado responsável trará as medidas que o país adota, nacional e internacionalmente, sobre os bens culturais intangíveis.

Logo, um DPO não revisa toda a política externa do país através da história, à não ser que essa passagem seja essencial para o tema em questão. E de forma alguma um DPO pode se transformar em guia turístico – infelizemente essa prática é recorrente, e os diretores são obrigados a lerem páginas e mais páginas sobre a geografia de um determinado país, sendo que o tema do comitê não tem absolutamente nada a ver.

Outras dicas importantes:
-Um DPO não pode ultrapassar uma página, logo, usem o poder de concisão.
-Identifiquem bem tanto qual é o país representado, como o nome do delegado e do colégio.
-Se possível, utilizem o brasão do Ministério das Relações Exteriores do país no alto do documento.

E por hoje é só. Abraços a todos!”

 

Parte II

“Segue abaixo um exemplo de DPO, da República de Hatay debatendo na Organização Mundial de Saúde sobre aquestões culturais sobre as drogas ilíticas – as palavras em negrito são comentários sobre o própósito de cada trecho.

“A República de Hatay está grandemente satisfeita com a possibilidade de participar nas discussões sobre os dilemas culturais concernentes ao uso de drogas ilícitas, uma vez que este é um assunto tremendamente sensível em nossa história, e sentimos que nossas experiências passadas podem trazer esclarecimento ao mundo. Drogas são uma ameaça que pode ferir toda a humanidade, promovendo deterioração de saúde, degradação moral e colocando em risco o desenvolvimento, e pretendemos alcançar assim um abrangente acordo que classifiquem tais substâncias como o perigo real que elas representam. (Apresentação, delineia brevemente e em termos abstratos  a posição nacional)

Dentre nossos princípios de política externa, dois podem ser citados como os mais relacionados ao assunto a ser debatido. Primeiro, nós respeitamos e seguimos a idéia de uma coexistência pacífica, através dos meios de cooperação e igualdade. Logo, nossa ação será direcionada rumo um mundo no qual qualquer ser humano, não importando seu local de nascimento, esteja livre da iniqüidade e maldade das drogas. Segundo, nós respeitamos e seguimos a solidariedade entre países em desenvolvimento, os mais vulneráveis aos efeitos negativos do imperialismo e colonialismo. Este tema é estritamente relacionado ao nosso passado, no qual poderes colonialistas fizeram uso de um antigo hábito – o consumo de haxixe, o qual foi abandonado após todo o sofrimento causado – para promover a opressão e exploração econômica contra nosso povo. (Citação dos princípios da política externa do país relacionados ao tema, define qual será a orientação principal do país durante as discussões)

Portanto, a República de Hatay irá pleitear neste encontro uma extensão de suas bem sucedidas políticas relacionadas às drogas ilícitas. Desde 1934 um massivo esforço tem sido feito para erradicar o cultivo de haxixe no país, e seus resultados são dignos de nota. Além do mais, uma severa, porém justa legislação cobre os crimes relacionados às drogas, dentre eles o tráfico e produção de drogas ilícitas. Em 1990 o governo criou a Comissão Nacional de Controle de Narcóticos, que, composta por membros de diversas secretarias e ministérios, centraliza o trabalho de controle das drogas. Sua agência operacional é o Bureau de Controle de Drogas, presente nas sete províncias do país, e em quase todas as municipalidades. (Como este é um tema que não se restringe ao âmbito internacional, é necessário incluir este trecho que versa sobre quais as políticas internas voltadas ao assunto)

No âmbito internacional, o país é um ativo apoiador de todas as medidas tomadas para o combate às drogas. Em 1978 ratificamos a Convenção sobre Narcóticos de 1961, e no mesmo ano fizemos o mesmo com a Convenção sobre Substâncias Psicotrópicas de 1971; Em 1989 nós ratificamos a Convenção das Nações Unidas contra o Tráfico Ilícito de Narcóticos e Substâncias Psicotrópicas. Desde o estabelecimento do Dia Internacional contra o Uso de Drogas e Tráfico Ilícito, a República de Hatay tem se mostrado uma grande apoiadora da iniciativa. No âmbito regional, desde 2002 o país possui um programa conjunto com a ASEAN para o intercâmbio de experiências no combate às drogas. (Exposição das ações tomadas na esfera internacional relativas ao tema, necessária para ‘mostrar serviço’, por assim dizer)”

Espero que os ajudem e não esqueçam de agradecer ao Secretário-Geral pelas informações…

 

Att,

 

Leandro Rapini

Resumo da Uol Sobre a Pirataria Marítima

•19/08/2009 • Deixe um comentário

Prezados Delegados,

 

Como forma de enriquecer ainda mais os seus estudos aconselho que os senhores visitem o seguinte link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u548392.shtml

De forma bastante didática a BBC Brasil tenta delinear questões relacionadas ao fenômeno da Pirtaria como:

Como os piratas capturam os navios?

Por que não se consegue conter os piratas?

Por que os piratas cometem esses crimes?

Como a pirataria afeta as pessoas fora da Somália?

É claro que as informações estão bem resumidas e alguns pontos ficaram de fora, mas acredito que a notícia será útil na hora de se pensar o problema.

Espero que os ajudem,

Att,

Leandro Rapini

Mapa do IMB

•18/08/2009 • 2 Comentários

Caros Delegados,

Em Virtude de alguns probleminhas o blog não vinha sendo atualizado, mas a partir de agora até o ínicio do Mini-ONU aconselho que os senhores façam visitas pelo menos uma vez por semana para verificar as dicas e informações que serão providas.

A primeira delas e que até se encontra como um link no Guia de Estudos se refere a um mapa que é constantemente atualizado pelo IMB, referente a ataques de piratas ao redor do Mundo. O site é o seguinte: http://www.icc-ccs.org/index.php?option=com_fabrik&view=visualization&controller=visualization.googlemap&Itemid=219

Infelizmente o mesmo se encontra em inglês, mas para facilitar para os delegados que não falam essa língua percebam que:

Cada cor representa um tipo de ataque:

Ponteiros vermelhos indicam ataques que realmente ocorreram;

Ponteiros amarelos indicam tentativas de ataque (perseguições, tentativas de embarque, etc…);

E os roxos, por sua vez, indicam o avistamento de embarcações suspeitas de pirataria.

            Clicando nos ponteiros referentes aos ataques é possível observar outras informações como:

o “attack ID”, que é uma espécie de código de fichamento utilizado para organizar os ataques segundo os critérios da Organização;

a data do ataque;

 o nome da embarcação que sofreu o ataque;

a situação do ataque;

e, por último, um relato completo sobre o mesmo.

            Além das informações sobre os ataques marítimos de 2009 contidas no site, do lado direito da página há alguns links com mapas semelhantes, contendo os mesmos dados sobre os anos de 2005, 2006, 2007 e 2008.

Espero que o mapa ajude na análise do problema proposto pelo comitê e aguardamos comentários sobre o post,

Att,

Lendro Rapini e Guilherme Capanema

Bem Vindos!

•13/06/2009 • Deixe um comentário

Caros Delegados,

É com imenso prazer que eu lhes recebo no comitê da Organização Marítima Internacional. Uma Instituição que desde a sua criação está preocupada, dentre outras questões, com a segurança dos mares. Em virtude disso, nada mais apropriado do que estabelecermos uma discussão a cerca da Pirataria Marítima Moderna um problema que a cada dia é visto com maior apreensão pela Sociedade de Estados.
Com o objetivo de aprofundarmos ainda mais o conhecimento sobre esse Tema, extremamente recente, é que foi criado esse blog, um espaço para a divulgação de notícias e dicas que possam ajudá-los nessa jornada de estudos. Além disso, espero que possamos criar fóruns de discussões e opiniões sobre o que será trabalhado no 10º Mini-ONU.
Não obstante, gostaria de agradecer a escolha dos senhores pela OMI um comitê que com certeza será um dos mais interessantes nessa décima edição do evento. E caso precisem de qualquer ajuda fiquem a vontade para entrar em contato pelo próprio blog, email (omi.minionu@gmail.com) ou até na comunidade no Orkut. Garanto que tanto eu como os meus Diretores Assistentes tentaremos ajudar da melhor maneira possível.
“No mais” Bons Estudos.

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Leandro Xavier Rapini
Diretor da OMI